Participantes

2/2 Brass Band
Constituído por elementos da SM2F – Banda de Santar e com uma formação pouco convencional, teve a sua estreia no dia 16 de Maio de 2015 no Centro Cultural do Município do Carregal do Sal. A sua música, essencialmente Pop-Hits, levam os espectadores para uma viagem musical bastante animada e ritmada pela bateria de João Batista e guitarra de William Carvalho que se fundem numa harmonia perfeita com a tuba de João Pereira e o trombone de Diogo Sampaio com o florear da trompa de Rui Nunes e o deslumbramento do saxofone de Pê Lopes torna-se uma experiência auditiva extraordinária e única. Podem segui-los em https://www.facebook.com/2.2BrassBand
António Bexiga
Músico. Natural de Évora, ano de 1976. Performer, multi-instrumentista – Guitarra, piano, viola campaniça, cavaquinho, bandolim, percussões convencionais e inventadas, acústico e elétrico (nos últimos tempos mais analógico que digital, mas sempre com vontade de experimentar o seu inverso). Compositor, arranjador e produtor, tem trabalhos em cinema, teatro, dança contemporânea, teatro de marionetas e performance. Tem participado em inúmeros workshops, cursos de curta duração e residências artísticas, com destaque para o trabalho com Trilok Gurtu, Stéphan Milleret, José́ Mário Branco, Kepa Junkera, entre muitos outros. Faz oficinas regulares de exploração sonora e criatividade musical, construção de instrumentos e estratégias de composição instantânea e colaborativa, com crianças e adultos
António Leal
Estudou na Academia dos Amadores de música e na Folkuniversitetet Goteborg. Iniciou a sua carreira de musico, como cantor no grupo Beatnicks. Tem vários discos gravados, 3 com os Beatnicks e 5 como solista. Fez residências artísticas em vários programas televisivos. Em 2010 é-lhe atribuído, pela SPA, o prémio "Pioneiro - Pop/Rock". Desenvolveu intensa atividade profissional como produtor discográfico. Foi diretor musical de vários programas televisivos, na RTP e TVI. Tem experiência teatral como: ator, diretor musical, diretor vocal, assistente de encenação e finalmente como encenador e diretor artístico. Nos últimos 10 anos nessa qualidade assinou para a Contracanto Associação Cultural: “Jesus Cristo Superstar”; “Fame”; “Um Conto de Natal”; “Frankenstein Júnior”; “Contracanto – Do Outro Lado do Mar”; “Les Misérables s.e”; “Aristides – O Musical” (onde é também cocompositor) e ainda “Nem Tudo o Tempo Levou”, onde assina igualmente a co composição. Para a Câmara Municipal de Nelas: “As Músicas que os Vinhos Dão” (2014, 2015 e 2016) e “No Reino das Rolhas Perdidas”. Para a Câmara Municipal de Carregal do Sal: “Eu Sou Aristides”, Para a Fundação Lapa do Lobo: “Contracanto” em coautoria com Sandra Leal. Um espetáculo memorável de tributo à música de Zeca Afonso, o qual esteve na génese da ContraCanto Associação Cultural que preside e dirige artisticamente.
António Zambujo
Nasceu em Beja, Alentejo, a 19 de Setembro de 1975. Por inerência familiar e geográfica, cresceu a ouvir a gravitas do cante alentejano. Sabe-se, também, que, ainda pequeno, se deslumbrou com as grandes vozes fadistas, Amália Rodrigues à cabeça, mas trazendo à ilharga Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro ou Max. Dispôs de uma feliz infância musical – começou a estudar clarinete com apenas oito anos – e de uma adolescência ativa neste campo até que aportou a Lisboa, numa decisão de risco que ajudou a moldar-lhe o futuro. Em dois passos, fez-se amadurecer: no primeiro, pela mão do guitarrista e compositor Mário Pacheco, conheceu em regime diário (ou nocturno, se preferirem) os bastidores e os segredos do universo fadista, juntando-se ao elenco do Clube do Fado. No segundo, desbastou as inseguranças e os truques do palco, como um dos escolhidos por Filipe La Féria para o musical Amália, em cena durante quatro anos. Os capítulos de estreia em gravações próprias reafirmam o que atrás se disse: em 2002, publica O Mesmo Fado, já com composições por si desenhadas, fados de reportórios clássicos, contactos firmados com autores de primeira linha. Depois, seguem-se vários álbuns e uma tremenda aceitação e reconhecimento do grande público. Com uma cadência certa e segura, António Zambujo vai disseminando os seus talentos, em estúdio(8 discos editados em nome próprio), mas principalmente no palco, com digressões intensas, a nível nacional e internacional.
Banda da Sociedade Filarmónica de Cabanas de Viriato
A Sociedade Filarmónica de Cabanas de Viriato foi oficialmente fundada em 1872, por um grupo de pessoas de boa vontade encabeçado pelo padre José Cunha. Antes desta data existia desde 1850, um grupo de músicos sem qualquer estruturação, conhecido pelo "CONCERTO" já participava em missas e festas populares. Desde o ano 2000 que o maestro Evaristo Neto assume a Direção Musical da Banda e Escola de Música. Atualmente a banda da Sociedade Filarmónica é constituída por 50 elementos com idades compreendidas entre os 10 e os 50 anos sendo a média de idades inferiores a 20 anos. A Escola de música, gratuita, é frequentada por cerca de 30 jovens, com idades compreendidas entre os 6 e os 14 anos. A Sociedade Filarmónica de Cabanas de Viriato, com 146 anos de vida, já com 3 CD´s gravados, mantém ao longo da sua existência uma profícua atividade na área cultural com especial destaque para a aprendizagem, proliferação e execução musical. É constituída por 7 grupos: Banda Filarmónica; Danças e Cantares “Rancho Folclórico; Dança Moderna “Rithmos”; Cordas e Cantus da nossa terra; Academia de Música; Grupo de Teatro; Orquestra “Viriatu ́s”.
Bruno-Lavos-Marques (BLM)
Nasceu em 1981, Leiria. Em pequeno passava tardes a “mapear” pequenas aldeias nos seus cadernos da escola. Em 2006, completou a licenciatura em Artes Plásticas na ESAD Caldas da Rainha. Entre 2008 e 2016 viveu em Londres, desenvolvendo colaborações com diferentes artistas entre os quais Benedict Romain com o qual foi nomeado em 2012 finalista do prémio ´Signature Art Prize’ – DegreeArt Gallery. Participa em inúmeras exposições internacionais e ao longo do seu percurso tem integrado diversos programas de residências artísticas, em lugares tão distintos como S. Paulo, Madrid, Berlin, Londres e Khaosiung (Taiwan). Atualmente vive em Lisboa, onde desenvolve atividades de serigrafia e, com Diogo deCalle, desenvolve o coletivo Atelier SER.
Canto e Encanto Associação Cultural
O Canto e Encanto Associação Cultural foi fundado em 4 de Abril de 2002, em Canas de Senhorim, tendo sido seu impulsionador (e co-Fundador) o, então, Padre Ilídio Pinto Leandro, atual Bispo de Viseu. Sendo uma associação sem fins lucrativos, tem como principal objetivo o desenvolvimento cultural e artístico na área do canto coral e integra cerca de trinta e cinco elementos, tendo como Maestro – desde a primeira hora – o Professor Cristóvão Ramalho, de Santa Comba Dão. O seu repertório é bastante vasto e inclui peças musicais que vão do clássico ao popular, do sagrado ao profano. Recentemente apadrinhou a estreia oficial do Grupo Coral NACO Cantat, de Oliveirinha.
Carlos Torres
Nasce em Estarreja, a 5 de junho de 1955. Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa. Gestor de profissão. Atualmente, divide a sua vida entre Lisboa e Lapa do Lobo. É CEO da empresa RESUL, que fundou em 1982. Em 2007, cria a Fundação Lapa do Lobo (FLL), na concretização de um sonho que tem por base o desejo de partilha e de provocar mudanças. Valores de solidariedade e respeito pelo próximo refletem-se na qualidade de relacionamento que sempre tem vindo a estabelecer com os colaboradores e parceiros. Em 2010, inaugura o Edifício Sede da FLL e, um ano mais tarde, o Espaço Multifuncional, que imprimem uma dinâmica cultural extraordinária, não só na Lapa do Lobo como também nos concelhos de Nelas e Carregal do Sal, área de abrangência eleita para o trabalho desenvolvido pela FLL. É, atualmente, uma das figuras mais influentes no panorama cultural da região.
Clarinda Fonseca
Natural da Lapa do Lobo, nasce no dia 16 de dezembro de 1934. Completou a 4ª classe e o Curso de Formação Feminina na Escola Técnica do Dão. Foi administrativa no Centro de Saúde do Carregal do Sal até se aposentar. Desde que se conhece que é apaixonada pela arte dos bordados, pois a sua mãe era uma artista e sempre conviveu com bordados, assim como as irmãs. Numa primeira fase, bordava em casa, respondendo a encomendas que lhe faziam. Mas o gosto pelo ensino e pela preservação dos costumes e tradições da terra levaram-na ao ensino dos bordados. Ainda a trabalhar, começou, desde 1989 a 2006, a ministrar Cursos de Bordados, Costura, Tricot, entre outros, através da Extensão Educativa de Nelas. Desde 2010, começou a ministrar o Curso de Bordados na Fundação Lapa do Lobo, tendo, a partir daí, fundado o Ponto sem Nó – Clube Lapense de Bordados e Artesanato.
Classe Teatro Musical da Contracanto – Associação Cultural
A Classe de Teatro Musical da Contracanto Associação Cultural é composta por 34 jovens com idades compreendidas entre os 12 e os 25 anos. Sob a direção artística de António Leal, para além das aulas-ensaio semanais, a classe participa em cerca de três grandes produções teatro-musicais por ano, complementando elencos profissionais, e protagoniza uma produção teatral exclusivamente representada pelos alunos. No passado ano de 2017, a Classe de Teatro Musical participou num total de 32 grandes espetáculos, 12 dos quais protagonizados exclusivamente pela turma. A Classe de Teatro Musical da Contracanto Associação Cultural representa para a associação uma missão de vida e a Esperança num Futuro verdadeiramente melhor, feito de homens e mulheres honestos, verdadeiros e respeitadores das regras, das liberdades individuais, das diferenças e, acima de tudo, de todas as formas de vida e da linguagem do amor.
Cláudia Franco
Cantora e compositora. Do seu percurso académico, fazem parte o Conservatório de Artes de Leiria, a Escola de Jazz do Hot Clube e a Escola Superior de Música de Lisboa. É professora de canto desde 2007 na Escola JbJazz Clube em Lisboa, no Orfeão de Leiria e no Conservatório das Caldas da Rainha. Apresentou o seu primeiro disco, "Soul Dance", com o apoio da Smooth FM, apresentado no Centro Cultural de Belém na primeira parte de Anthony Strong. Cláudia Franco tornou-se uma artista Smooth FM e foi convidada especial no 4º aniversário da Smooth Fm no CCB, ao lado de Stacey Kent e Anthony Strong. “Soul Dance” foi destacado pela Rádio Marginal no “Top 6” de discos de 2015, sendo o único português. Em 2017 recebeu o Troféu Afonso Lopes Vieira na categoria “Voz”, distinção feita pelo Jornal Região de Leiria. Atualmente tem-se apresentado com o seu repertório original e em português num ambiente mais moderno de Pop/Jazz.
Dennis Xavier
Educador Ambiental, estudante de Ciências da Educação - no domínio Arte, Sustentabilidade e Educação - e artista independente, residente na cidade de Viseu. Desde cedo apaixonou-se pela poesia e pelas disciplinas do desenvolvimento humano. Acredita na arte como veículo para a Educação e tem-se dedicado a projetos pessoais que contam com as suas criações artísticas - Música, escrita, contos, etc. Ultimamente, tem sido o público infantil o seu principal alvo, através do projeto “Contos e Cantos” do qual é fundador em parceria com Sofia Moura e onde a palavra e o som se cruzam procurando largar sementes. Também frequenta atualmente a Formação de Animadores Musicais da Casa da Música.
DJ CROK
É a assinatura de Ricardo Rosa, para quem a música faz parte da vida desde muito cedo. Com 15 anos adquiriu alguns equipamentos que lhe permitiam fazer mistura de músicas. Começou a organizar festas para amigos e passado algum tempo foi convidado para fazer animação em pequenos eventos. Com o passar dos anos foi evoluindo como DJ e, por volta dos 20 anos de idade, decidiu dedicar-se de uma forma mais séria a essa arte. Criou um nome artístico “DJ CROK” e começou passar música (House e Pop) em algumas discotecas da zona centro. Com uma vida profissional distante da área da música, começou a ser difícil manter a atividade de DJ, Sendo apenas possível passar música em festas e noites temáticas, como o Carnaval, Passagem de ano e outras efemérides.
Fábio Abreu
Músico. Nasce no ano 1995, natural de Santar (Nelas). Já percorreu com o seu projeto a solo, surgido há 5 anos, todo o tipo de palcos e eventos, um pouco por todo o país. Atualmente a frequentar o 5º ano do curso de Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, partilha o seu tempo com a profissão de músico. O seu primeiro contacto com a música aconteceu quando tinha 6 anos, altura em que integrou a Sociedade Filarmónica 2 de Fevereiro de Santar onde aprendeu a tocar trompete. Aos 12 anos decidiu pegar numa guitarra que andava perdida por casa e começou a aprender a tocar, de forma totalmente autodidata. Daí até aos primeiros concertos foi um ápice. Depois da sua primeira banda de covers “Os Viscondes” que integrou de 2010 a 2012, decide criar o seu projeto a Solo em acústico “FÁBIO ABREU - Acoustic Covers”, que conta já com mais de 400 concertos um pouco por todo o país.
Filipa Pereira
Filipa Pereira nasceu em Lisboa, em 1988, é licenciada em Animação Sociocultural e mestre em Educação Social e Intervenção Comunitária, com o tema “Reafirmar a Identidade Cultural Local – o Património Cultural Imaterial como Recurso”, uma pesquisa que procura compreender a abordagem do património cultural imaterial em contexto escolar, e o impacto deste na identidade cultural da criança, e na sua relação com o contexto local. Recorrendo às técnicas da animação sociocultural, tem desenvolvido trabalho na área da música e dança tradicional portuguesa. O seu interesse pelo património cultural imaterial, sua valorização e revitalização, tem sido essencial no seu percurso pessoal e profissional. Atualmente encontra-se a desenvolver um estágio na Associação Turística e Agrícola da Serra da Arada (ATASA), produzindo o Festival Tradidanças e trabalhando com a comunidade local na recolha e promoção do canto polifónico da Serra da Arada.
Filipe Ricardo Figueiredo Silva
Músico. Acordeonista. Fundador, compositor e produtor do grupo “Danças Ocultas” e também músico fundador, compositor e produtor do grupo “Trio Porteño”. Licenciado em Ensino de Música pelo Instituto Jean Piaget – Viseu, em instrumento Acordeão Diatónico. Mestrado em Análise e Técnicas de Composição pelo Instituto Jean Piaget – Viseu; Mestrado em Acordeão pelo Instituto Jean Piaget- Viseu e Pós-graduado em musicoterapia – terapias expressivas pelo Instituto Superior Miguel Torga. É Musicoterapeuta no Conservatório de Música da Jobra – Branca e docente de Acordeão diatónico e cromático no Conservatório de Música de Águeda, na Escola de Artes da Bairrada e no Conservatório de Música e Artes do Dão (CMAD).
Flávio Rodrigues
Nasceu em 16 de Dezembro de 2000 na cidade de Viseu. Aos 9 anos ingressou no Conservatório Regional de Música de Viseu Dr. José de Azeredo Perdigão onde concluiu a sua formação em Acordeão com os Professores Abel Moura e Nuno Silva. Em 2018 foi-lhe oferecido um lugar para prosseguir os seus estudos na Royal Academy of Music - London University. Esteve presente em masterclasses orientadas por Richard Galliano. É Primeiro Acordeão na Orquestra de Acordeões de Viseu e solista no instrumento de Accordina, apresentando um reportório indo ao encontro de gostos musicais variados. Colabora com grupos de música tradicional portuguesa, também no instrumento de guitarra, em: Grupo de Cantares Cantorias de Vila Chã de Sá, Grupo de Cavaquinhos de Passos de Silgueiros, Grupo de Cantares Terras de Tomás Ribeiro e Rancho Folclórico de Parada de Gonta. A sua atividade artística marca-se por atuações para o Papa Bento XVI e Papa Francisco no Vaticano (2013 e 2017), na Comissão Europeia e no Parlamento Europeu em Bruxelas (2014 e 2016) e na Sede das Nações Unidas em Nova Iorque (2018). Destacam-se também as tradicionais Janeiras à Presidência da República, Primeiro-Ministro, Assembleia da República e Tribunal Constitucional.
Grupo de Cavaquinhos Associação Cultural e Recreativa Passilgueirense
O Grupo de Cavaquinhos da ACRP foi fundado em 2009 e está integrado na Associação Recreativa e Cultural Passilgueirense. Tem como objectivo principal a preservação e divulgação das tradições culturais e musicais da aldeia de Passos de Silgueiros, da freguesia de Silgueiros no concelho e distrito de Viseu, encorajando a população local a tocar o instrumento tradicional Cavaquinho, uma pequena guitarra portuguesa com quatro cordas. O grupo nasce com cerca de 14 componentes, hoje já ultrapassando os 30, com idades compreendidas entre os 6 e os 78 anos. É membro registado da Associação Cultural e Museu do Cavaquinho em Lisboa. Entre as suas muitas actuações, destacam-se a participação dos Cavaquinhos ACRP nas Comemorações do Dia de Portugal em Paris (2014) bem como no Parlamento Europeu em Bruxelas, em prol da divulgação do património imaterial português (2016). Cantaram as tradicionais Janeiras em homenagem a Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa em 2015 e no Parlamento Português em 2017. Também em 2017 cantaram as Janeiras a Sua Santidade o Papa Francisco, no Vaticano.
Grupo de Dança da FLL
Criado no âmbito do projeto “Lapa Saudável”, em abril de 2014, o Grupo de Dança da Fundação Lapa do Lobo (FLL) nasceu para fomentar a prática de exercício físico e a promoção de hábitos de vida saudável através da Dança. Inicialmente com uma turma de Iniciação às Danças de Salão, com destaque para o tango, valsa e cha cha cha, o conceito evoluiu para a prática de danças sociais, alargando as coreografias para as danças afrolatinas. Todos os anos apresentam um espetáculo/ oficina de final de ano, dos quais se destaca o espetáculo dançante “Quem quer dançar com a Joaninha”, apresentado em 2017. Atualmente, o grupo é constituído por 12 elementos, orientados pelo Prof. Luís Leitão e apresenta coreografias de Bachata, Salsa, Tango, Kizomba, Cha cha cham, entre outras.
Grupo de Cordas da FLL
Nasce em Fevereiro de 2012 e teve a sua estrei no Auditório Maria José Cunha (FLL) no dia 15 de dezembro desse ano. A partir daí, tem crescido e demonstrado que o amor à música e a aposta da Fundação Lapa do Lobo não foi infrutífero. Orientados por Carla Loureiro na guitarra clássica e Irene Lopes no violino, foi projeto criado de raiz e que tem tido resultados positivos. Inicialmente contou com 12 elementos na guitarra e 12 elementos no violino. Todos os anos, para além de inúmeros concertos em eventos para os quais são convidados, apresentam durante o ano Letivo, as Audições de Natal, Páscoa e Verão. Atualmente, é composto por 22 elementos de Guitarra Avançada, 8 elementos de Iniciação à Guitarra, 5 elementos de Iniciação ao Violino e 11 elementos de Violino Avançado, num total de 46 músicos.
João Paulo da Silva Barrinha
Fotógrafo. Nasceu em Cantanhede, concelho de Coimbra, no ano de 1964. Atualmente, reside em Torres Vedras, desde 1976. Entre 1993 e 1996, exerceu funções de repórter e editor fotográfico e desde esse período tem colaborado regularmente com diversas Associações de carácter cultural e científico. Frequentou o AR.CO, o CENJOR e licenciou- se em Fotografia em 2013, pelo Instituto Politécnico de Tomar. No mesmo ano de 2013 funda o projeto de trabalho colaborativo genericamente intitulado "Walking Camera Project", onde são desenvolvidas ações didáticas e outras atividades, maioritariamente com recurso a processos fotográficos artesanais.
João Paulo Sacadura
Jornalista. Apresentador. Estudou Engenharia Civil, mas foi seduzido pela comunicação social ainda antes do fim do curso, altura em que ingressou Rádio Renascença. Foi redator cultural da RFM e, a partir daí, dedicou-se ao jornalismo cultural e à escrita. Foi um dos fundadores da Fórum Estudante e escreveu para a Verbo os álbuns “O Património da Humanidade em Portugal”, em 3 volumes. No ano em que nasceu a TVI, 1993, escreveu e apresentou 85 programas "Fórum", emitidos em horário nobre. Escreveu 17 programas "Sinais e Leis", para a TVI, e os guiões dos 13 programas "Droga, máscara e realidade", para a RTP. Durante 10 anos, escreveu e apresentou semanalmente o magazine cultural “Cartaz das Artes”, na TVI, e durante 3 anos escreveu e apresentou o programa “Livraria Ideal”, na TVI 24. Ganhou 7 prémios MAC de Melhor Apresentador/Programa Cultural de Televisão atribuídos desde 2006 pelo Movimento Arte Contemporânea. Desde janeiro de 2014 é editor cultural na SIC Mulher.
Jorge Fernandes
No auge da juventude, com dezasseis anos, decorriam os famosos anos 80 quando no distrito de Viseu apareciam os primeiros clubes de música, as primeiras discotecas e danceterias. Canas de Senhorim, local das suas origens, era uma vila com forte aposta nesse tipo de espaços. Foi assim, que no início dos anos 80, surgiu o "Number One" Club Disco. Foi onde começou a experiência musical como DJ. Primeiro como técnico de luzes e DJ substituto, depois, como DJ residente. Nos finais da década de 80 e inicio da década de 90, abre um novo espaço, um novo conceito, localizado no Hotel Urgeiriça, o “Club”. Viveu ali o seu o melhor período musical. Depois de uma outra experiência na “Serração Club” em Carregal do Sal, termina a carreira de DJ em 1994, para abraçar outra atividade profissional. Atualmente e por amigável saudosismo, vai passando música em festas de recordações.
Khaganiço Orchestra
É uma banda que permite a um grupo de 12 jovens músicos da Sociedade Filarmónica Fraternidade de S. João de Areias experimentarem novos caminhos, extrapolando a formação musical mais clássica com bem conseguidos arranjos de muitos sucessos musicais. A banda interpreta “hits musicais”, quer portugueses como internacionais, reformulados sempre com recurso aos instrumentos mais habituais numa orquestra filarmónica, diferentes dos que se ouvem habitualmente em bandas Pop ou Rock.
Lia Alvadia
Artesã. Nasceu em Canas de Senhorim, no ano de 1956.Estudou na Escola Avelar Brotero em Coimbra. Desde criança que manifestou interesse pelas artes e artesanato, criando inúmeras peças decorativas. Desde muito jovem se dedicou a bordar enxovais, facto que a impulsionou a criar o seu próprio emprego após o encerramento da Empresa Nacional de Urânio (ENU), onde era Técnica Administrativa. O seu atelier “CACOS E FARRAPOS” ganhou enorme projeção através da participação em Feiras e Exposições fora e dentro do país. Destacam-se os seus presépios de Linho e Juta, palha de milho; as bonecas de trapo em representação de Avós e as bonecas de folhelho, representando os trabalhos de campo. O seu enorme gosto pela natureza leva-a a diferentes oficinas de Plantas Aromáticas e Medicinais e o seu uso diversifica o seu trabalho de uma forma muito particular.
LIMAMIL – João Lima
Fotógrafo. O momento mais memorável da sua carreira foi na adolescência, quando adquiriu a sua primeira máquina fotográfica, uma Kodak 110, que lhe custou quase 3 semanas de mesada. Desde então, o meio tecnológico da fotografia tornou-se na ferramenta perfeita para todo o desenvolvimento do seu trabalho artístico, sendo ainda hoje a sua ferramenta predileta de investigação. As suas mais recentes produções plásticas apresentadas na exposição intitulada de Transfotografia #01, são igualmente produzidas a partir de uma forte inspiração na técnica, história e conceitos do meio fotográfico. Atualmente encontra-se a realizar Doutoramento em Valência na UPV, em Arte: Producción e investigación. Foi professor na ESAP, Escola Superior Artística do Porto, no curso superior de Fotografia. Trabalha na FBAUP, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, como técnico superior de Fotografia. Foi professor assistente no ICP – in New York.
Luís Antero
Artista sonoro. É licenciado em Estudos Artísticos e, desenvolve desde 2008, um trabalho de recolha e documentação do património imaterial sonoro das zonas da Beira Serra e Serra da Estrela, com base em gravações sonoras de campo. Pode ser acompanhado através do site www.luisantero.bandcamp.com É curador da netlabel Green Field Recordings (www.greenfieldrecordings.yolasite.com), dedicada exclusivamente à edição online de trabalhos sonoros com base em gravações sonoras de campo. “Lugar Sonoro” é o nome do seu programa de rádio, com emissões quinzenais a partir da Rádio Boa Nova, em Oliveira do Hospital, com podcast em lugarsonoro.bandcamp.com É diretor artístico do Arquivo Sonoro do Centro Histórico de Coimbra, do arquivo Sons da Montanha: Arquivo Sonoro de São Martinho de Anta (a partir de Miguel Torga), do Xisto Sonoro, Arquivo Sonoro da Rede das Aldeias do Xisto, entre outros.
Luís Branquinho (obra)
Artista plástico. Nasceu a 28 de agosto de 1954, em Nelas, tendo falecido a 01 de abril de 2013. Frequentou o Curso de Pintura, da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e concluiu os Cursos de Design de Equipamento, da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, e Museologia e Gestão – Animação Sociocultural da Escola Superior de Educação de Viseu. Foi professor do ensino secundário desde 1975, na área de Artes, na Escola Secundária de Nelas. Deixou uma vasta e polifacetada obra, na área da pintura (em óleo, acrílico, aguarela), na serigrafia, no desenho, na escultura, na medalhística e nas artes gráficas e multimédia. Artista bastante premiado, dedicou-se essencialmente à pintura, revelando uma grande sensibilidade e originalidade, criando um universo de grande beleza, repleto de cor e expressividade, totalmente inimitável. Para além da sua original sensibilidade artística, foi uma pessoa de uma grande generosidade, para quem a família representou sempre um dos pilares fundamentais da sua vida.
Maria da Conceição Amaral
Nasceu em agosto de 1966. Licenciada em História da Arte, pela FLUC e Pós-graduada em Gestão Cultural nas Cidades, pelo INDEG/ISCTE, Lisboa. Com um vasto currículo no mundo da arte e cultura, destaca-se o facto de, até Janeiro de 2015, ter sido Diretora da empresa TerraCulta – Consultoria, Produção e Gestão Cultural, Lda., onde desenvolveu projetos culturais na área da museologia. Foi autora do projeto de remodelação e requalificação do Museu de Artes Decorativas Portuguesas, onde acumula a função de Diretora (que mantém desde 2007) com a responsabilidade do Gabinete de Comunicação e Imagem e Gabinete de Internacionalização da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva (FRESS). Em 2015 é nomeada Presidente do Conselho de Administração e Administradora Executiva da FRESS e por inerência do cargo, Diretora do IAO – Instituto de Artes e Ofícios da FRESS. Em maio de 2016 é reconduzida a Administradora Executiva, mantendo todos os cargos executivos e diretivos, da FRESS.
Marta Dias
Marta Alexandra Pereira Duarte Dias, nascida a 23-07-1982, em Torredeita, concelho de Viseu. Estudou na Escola Superior de Viseu, onde se licenciou no curso de Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico. Desde cedo mostrou interesse pela arte de renda de bilros e, com 5 anos, começou os primeiros passos nesta arte. Aprendeu com duas rendilheiras, D. Henriqueta e D. Rosa, que ensinavam esta renda na Fundação Joaquim dos Santos, em Torredeita. Desde então sempre fez os mais variados trabalhos entre cortinas, toalhas de mesa, entre outros que possam surgir da nossa imaginação. Residente na Lapa do Lobo desde 2009. Ensina esta arte, na Fundação Lapa do Lobo, desde 2011 e, desde então, já ensinou muitos adultos que manifestam grande interesse por uma renda antiga e com variadas técnicas para a sua execução.
Manuel Lourenço
Músico. Filho de músicos, nasceu em Lisboa em 1965 e cedo teve contacto com a música. Iniciou os estudos musicais aos 5 anos na Fundação Calouste Gulbenkian. Aos 10 anos ingressou no Conservatório Nacional de Música de Lisboa, na classe de Flauta Transversal. Já com 16 anos, paralelamente aos estudos no Conservatório, começou a cantar em coros e a estudar Guitarra Clássica. Depois de algumas aventuras por teatros, bares e estudos em Madrid, começa, em 1994 a trabalhar como músico profissional em estúdio e televisão. Trabalhou como ator em diversas novelas e séries de TV, tendo composto algumas canções para a banda sonora de algumas destas Novelas. A partir de 200 desenvolveu atividade como diretor musical, produtor, editor, músico e técnico em diversos projetos. Desde 2006 tem atuado em quarteto com Sérgio Rodrigues (Piano); Pedro Pinto (Bass); Alexandre Alves (Drums) em diversos projetos, em especial com o projeto “Poesia & Jazz“ com Nicolau Santos.
A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria
Imaginemos um Youtube focado na música portuguesa do século 21, onde todos os filmes têm a mesma estética e onde se procura aquilo que é mais raro e têm tendência a desaparecer e onde se grava as pessoas reais, tal como são, sem artifícios ou maquilhagem e ainda se pode ver a paisagem como algo em contínua transformação, tudo isso é A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria
NACO CANTAT
Assumida pelo próprio NACO como uma vertente importante da Associação, a música é algo que faz parte do seu quotidiano, como tão bem demonstram os “Laboratórios de Música”, com formação em acordeão, guitarra, piano, cavaquinho, canto e bateria, envolvendo semanalmente cerca de 40 alunos dos 5 aos 70 anos. Há pouco mais de um ano, a não existência no concelho de um coro polifónico levou o NACO, em Abril de 2017, à criação do NACO CANTAT: um coro polifónico que neste momento tem 40 coralistas e já realizou 6 concertos. É dirigido pelo maestro Cristóvão Ramalho.
NACO’S de gente – Grupo de Teatro infanto-juvenil
O teatro assume-se como uma das atividades principais do NACO pelo seu caracter contínuo de ensaios e representações ao longo de todo o ano. A par do “Mãos á Obra!” Grupo de Teatro Amador, o NACO é composto, na sua vertente teatral, pelos grupos Infantojuvenis “Naquitos – Teatro Infantil”, “Naco’s de Gente” – Grupo de Teatro infanto-juvenil. Ao todo, já apresentaram cerca de 12 criações originais. Teatro feito por crianças e jovens, para crianças, jovens e adultos. Espetáculos muito variados onde se inclui teatro de rua. Com estes grupos é efetuada formação com carácter anual de modo a que os jovens possam “crescer” dentro do teatro. Nesta formação trabalham todas as semanas vinte e dois jovens dos 6 aos 16 anos.
Nicolau Santos
Ganhou o gosto pela poesia em África, no início dos anos 70, na Faculdade de Economia da Universidade de Luanda, onde colaborava com o Boletim Universitário. Ao mesmo tempo, começou a escrever a sua própria poesia. Em 1975, conclui o curso de Economia e aprofunda o seu interesse pela poesia. Na década de 80, inicia a sua atividade como jornalista da área económica, onde começa a juntar às suas análises extratos de poemas que reforçam os seus pontos de vista. No Expresso, onde é diretor-adjunto, publica semanalmente desde 31 de outubro de 2009, um poema no caderno de Economia, onde analisa a atualidade económica. Tem publicados 3 livros de poesia. Em 2005, depois de um convite de José Fanha para dizer poesia em público, acaba por gravar um CD de poesia acompanhada ao piano, “E quase tudo foi possível”. É na sequência dessa gravação que nasce a ideia, em conjunto com o quarteto de Manuel Lourenço, o projeto “Poesia & Jazz”.
Patrícia Santos
Enóloga. Começou a trabalhar na área vinícola enquanto ainda estudava fazendo estágios de vindimas em Adegas Cooperativas. Durante o estágio final de curso (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro), trabalhou em simultâneo na CVR Dão e nos laboratórios do Centro de Estudos Vitivinícola do Dão. Durante alguns anos trabalhou a tempo inteiro em empresas produtoras de vinhos, entre as quais a Sociedade de Vinhos Borges, até se decidir a prestar serviços de Enologia e Viticultura às empresas como Consultora. É enóloga residente em várias empresas nas regiões do Dão e Beira Interior (Quinta do Coladinho [Vinhos Primado], Quinta dos Vales da Vinha Velha, Adega de Silvares [Anselmo Mendes Vinhos], 2.5. Vinhos de Belmonte, Quinta do Ministro, Adega Cova da Raposa, Quinta do Senhor. Faz parte da Câmara de Provadores da Comissão Vitivinícola da Beira Interior. Em simultâneo, faz formações externas a empresas e associações. É formadora do IEFP no Curso Técnico Vitivinícola, sendo responsável pela componente técnica de enologia. Em 2018 lança o seu primeiro vinho de autor com a marca Rosa da Mata.
Paulo Pereira
Biólogo. Músico. Toca instrumentos de sopro (flautas e instrumentos de palheta), compõe e promove eventos culturais. Esteve na origem do novo movimento de Folk em Portugal, fundando a Associação Pédexumbo e o Festival Andanças, do qual foi programador e diretor artístico entre 1996 e 2005. Como músico, teve a sua formação clássica no Instituto Gregoriano, Conservatório de Lisboa e Escola Superior de Música de Lisboa, tendo ainda completado a sua formação nos cursos da Casa de Mateus (Peter Holstag) e da Seu d’Urgell (Jordi Savall). Desde 1992 que fez ou faz parte de vários projetos musicais na área do folk. Simultaneamente, participou em diferentes projetos artísticos. Desenvolveu um método de composição modal adaptado à música tradicional do mundo, tendo feito numerosas oficinas por todo o país e no estrangeiro. É ensaiador de uma tuna rural e dos cantares polifónicos do grupo de danças e cantares de Santa Cruz (Arcozelo das Maias, Oliveira de Frades) e coordenador da escola de música tradicional de Lafões.
Sissi Martins
Atriz. Cantora. Tem o Curso Superior de Teatro Musical na AMDA (Amerian Musical and Dramatic Academy), NYC. Frequentou a Broadway Dance Center, em jazz, contemporâneo e sapateado. Realizou o curso de sapateado pela Universidade Livre da Dança (Brasil). Fez formação musical desde os 8 anos de idade na AMVP. Praticou dança jazz, moderno e ballet clássico pelo programa da RAD (Royal Academy of Dance). Ao longo dos anos tem feito diversos tipos de workshops, na área do Teatro Musical. Cantora residente no Casino da Póvoa aos 16 anos, após dueto com Diana Ross. Em Teatro e no Teatro Musical participou em dezenas de peças, muitas das quais encenadas por António Leal e levadas a palco no Centro Cultural do Carregal do Sal. Atual concorrente do programa : A Tua Cara Não me é Estranha (TVI). Trabalha como dobradora em diversos estúdios. É professora de Teatro Musical e Sapateado em várias escolas.
Sociedade Musical Santo António, Carvalhal Redondo
Com o registo da sua primeira aparição pública a 14 de agosto de 1918, nas festas da Nossa Senhora do Viso em Carvalhal Redondo, orgulhasse de ter como primeiro maestro o Sr. Padre Abel, que era reconhecido pelos seu pares da altura como um excelente cantor e um exímio intérprete de cornetim. Seguindo-se-lhe o Maestro António da Costa Reis, natural da freguesia de Carvalhal Redondo, musico militar do Regimento de Infantaria 14 de Viseu. Entre 1941 a 1949 teve um interregno resultante da forma trágica como perderam o Maestro António Costa Reis. Em 13 de junho de 1949 reaparece pelas mãos do Sr. Padre Abel na festa de Santo António em Carvalhal Redondo, como o Nome de “Sociedade Musical Santo António”. Conta no seu historial presenças em arraias, encontro de bandas, receção ao Sr. Presidente da Republica, Dr. Cavaco Silva, entre outras. Orgulha-se também de presenças junto dos nossos emigrantes, a ultima das quais em abril de 2016.
Sofia Moura
Atriz. A sua formação profissional é constituída por: Curso de Formação de Animadores Musicais – Serviço Educativo da Casa da Música – Porto, 2017-2018; Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo – ESMAE: Pós-Graduação em Dança Contemporânea, 2016-2017; Dance Summer School – Trinity Laban Conservatoire of Music and Dance, 2016; Royal Central School of Speech and Drama: MA (Mestrado) Music Theatre, 2012– 2013; Drama Summer School: Acting in Musical Theatre – Guildhall School of Music and Drama, 2011; Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo – ESMAE: Licenciatura em Teatro, Interpretação, 2009 – 2012. Com uma vasta experiência, no palco como no cinema, é atriz desde 2010. Entre encenação, coreografia e dramaturgia, são aproximadamente meia centena de peças em que se envolveu. Encantada pelo mundo das crianças, desde cedo soube que queria trabalhar com os mais novos e desenvolver projetos artísticos para estas faixas etárias.
Susana Duarte
Nascida e criada no concelho de Carregal do Sal. É licenciada em Educação Social e formada em Childplay Yoga e Meditação para crianças. Fez especialização em Meditação e Yoga para Crianças e Famílias e, desde então, divide a vida profissional entre a Educação Social e as sessões de Yoga e Meditação que desenvolve em Escolas e outros espaços educativos. Neste momento, acompanha semanalmente cerca de 90 crianças, em diferentes instituições. Os resultados têm sido incríveis e muito positivos. Defende que o Yoga oferece muito mais do que um corpo forte e flexível. Ajuda a alinhar o corpo, a mente e o coração com a grande força do Amor que habita em nós e com a nossa essência mais pura que é a plenitude e a felicidade. Acredita que, com esta atividade, as crianças adquirem hábitos saudáveis que podem usar nos momentos em que mais precisam de relaxar e acalmar.
Teatro Habitus
[Brevemente]
Tito Mouraz
Fotógrafo. Nasceu em 1977, natural de Canas de Senhorim. Finalizou o curso de Artes Visuais e Fotografia na Escola Superior Artística do Porto em 2010, sendo esta a cidade onde vive e trabalha atualmente. Expõe regularmente desde 2009 em Portugal e no estrangeiro, sendo de destacar as exposições no Módulo Centro Difusor de Arte, Lisboa (Portugal); Format Festival International de Fotografia, Derby (UK); Blanca Berlin Galeria, Madrid (Espanha); Tampere Art Museum (Finlândia); Museu da Imagem, Braga (Portugal); Fotofestiwal Lodz (Polónia); Festival Circulation(s), Paris (França); Carpe Diem Arte e Pesquisa (Lisboa); Galeria Voies Off, Arles (França) e Encontros da Imagem, Braga (Portugal). Em 2013 foi vencedor do prémio Prémio Internacional de Fotografia Emergentes DST e da Leitura de Portfólios Carpe Diem Arte e Pesquisa. Em Portugal é representado pelo Módulo – Centro Difusor de Arte, Lisboa e em França pela galeria Voies Off, Arles.

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